February 28, 2007 at 9:26 am
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Seguindo em frente com a ação MQN além mar… saiu nesta semana o “Entulho Sonoro 01/2007″, que está bem explicado nesse link, em bom português:
www.underworldmag.org/).
O mais interessante é que a música que saiu do MQN é “Electrify”, ainda inédita no Brasil, com lançamento programa para final de abril, num single 7″ split com os Forgotten Boys.
NEM A GENTE OUVIU AINDA!!! HEHEHEHEHE
Só os sortudos Portugueses!
Vamos receber 20 cópias (na verdade 25, mas estas 5 já tem dono) da revista com o SAMPLE, nas próximas semanas… então se vc quer reservar o seu, manda o email para gente e seja persuasivo!

ENTULHO SONORO 1/2007
Mão Morta, [f.e.v.e.r.], Ho-Chi-Mihn, Jazz Iguanas, Born a Lion, Spincity, MQN, Phazer, The Ladder, Namek, Twentyinchburial, July 13, Albert Fish, Target 35, Equaleft, CineMuerte, Men Eater, Process of Guilt, Budhi, Ion, Euthymia + Kenji Siratori
É FIXE PRA CARALHO!
(agradecimento especial ao parceiro Edgar Raposo, tb conhecido com MauAmor)
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February 26, 2007 at 8:07 pm
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dia 07/03 - quarta feira
FESTA DE INAUGURAÇÃO - ZIGGY BOX
show com MQN
Discotecagem: Johnny Suxxx + Marcelle Yroshima e F. Nobre
Local: Ziggy Box Rock n’Blues
Avenida República do Líbano (ao lado do Piquira’s)
FECHADA PARA CONVIDADOS
casa aberta as 21:00h - shows a partir das 22:30h
Informações: 32125805 e 84168815
MQN está convidando vc, para isso basta mandar seu nome completo para o seguinte email:
mqn@mqn.com.br
os 30 primeiros que mandarem o nome serão convidados da BANDA para esta festa!!!

ROCK SEMPRE !!!
www.mqn.com.br
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February 21, 2007 at 6:36 am
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Antigo formato volta com força entre selos independentes ligados à cena do rock, desgaste do CD é uma das causas
Monstro Discos, Reco-Head e Gravadora Discos lançam compactos e discos completos em vinil, atrativo é o fetiche pelo formato
BRUNO YUTAKA SAITO - Folha de S. Paulo de 20/02/2007
Nos últimos anos restrito ao universo dos sebos e da música eletrônica, o disco de vinil está dando a volta por cima. E, por ironia, justamente devido à falência precoce do seu antigo algoz, o CD, produto que vai perdendo sua razão de ser nesses dias de downloads.
Movidos por saudosismo, selos independentes ligados ao rock, como o carioca Gravadora Discos e o goiano Monstro Discos, estão promovendo a reabilitação do vinil. Um dos casos mais simbólicos é o da Reco-Head, de São Paulo.
Há poucas semanas a gravadora lançou um pacote de bons três CDs, que serão seus derradeiros. São eles “Jam Jolie Orquestra” (que também ganha edição em vinil), do dono da gravadora, Arthur Joly; “Druques”, da banda homônima de Bragança Paulista (SP), e “Sol no Escuro”, de Fabio Góes.
“Hoje é muito difícil fazer as pessoas comprarem CDs”, diz Joly. A idéia da gravadora é comercializar música em duas frentes: download pago de faixas avulsas e discos de vinil.
Segundo Joly, um disco em vinil custa R$ 19 (ao sair da fábrica); um CD completo sai por R$ 5. Além disso, a quantidade do bolachão encomendada é menor (300 unidades).
“Vinil é mais caro. Só tem uma fábrica no Brasil que ainda o produz [Poly Som, em Belford Roxo, Rio]. Mas é tão suicida comercialmente quanto fazer um CD”, diz Fabrício Nobre, um dos sócios da Monstro. “Ninguém mais coleciona CD, nem a molecada. Hoje, o CD é mais antigo e demodê do que o vinil.” “Fazemos porque gostamos do formato”, diz Joly.
Nobre conta que a tendência é mundial. “Fui no Festival de Roskilde [na Holanda] e todas as bandas tinham compacto em vinil, de Primal Scream a Raconteurs”, conta. Para ele, o revival acontece por causa de um fetiche de quem gosta de rock. “Sabe aqueles adultos que colecionam bonecos e brinquedos? Com o vinil é a mesma coisa: um monte de adultos querendo colecionar discos de vinil.”
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February 17, 2007 at 3:01 pm
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February 4, 2007 at 5:29 am
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Show foda em SP!

Rock sempre!
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